Defenda os animais domésticos.

Segundo a Lei de Crimes Ambientais, é crime praticar ato de violência contra qualquer animal. Porém, tramita no Congresso Nacional um Projeto de Lei (PL 4.548/98) que visa acabar com essa proteção para os animais domésticos.

A intenção do PL é alterar o art. 32 da Lei de Crimes Ambientais, retirando a expressão “domésticos e domesticados”, e assim descriminalizar atos de abuso e maus-tratos contra esses animais.

Você faria algo bem simples para ajudar os animais domésticos?

A WSPA Brasil elaborou uma carta online a ser enviada aos deputados federais, pedindo que NÃO APROVEM o Projeto de Lei 4.548/98.

Clique no link abaixo e ajude agora os animais domésticos!

http://e-activist.com/ea-campaign/clientcampaign.do?ea.client.id=101&ea.campaign.id=4207

Por que cachorros mordem as pessoas??






Enviada por Eduardo Torós

Cachorro é resgatado em bloco de gelo à deriva

Esta materia saiu ontem em praticamente todos os telejornais do mundo:

28/01 - 08:14 - BBC Brasil

Um cachorro foi resgatado em um bloco de gelo à deriva em alto mar, a pelo menos cem quilômetros de distância de casa.

O cão estava assustado, molhado e tremendo quando foi retirado do gelo. Ele foi visto pela tripulação de um navio polonês nas águas geladas do mar Báltico. Inicialmente, eles pensaram se tratar de uma foca.

Mas, quando se aproximaram, perceberam que era um cachorro e começaram a tentar salvá-lo, primeiro com uma rede, depois colocando o cão em um bote inflável.

O cão foi avistado pela primeira vez em um bloco de gelo à deriva ao longo do rio Vistula, na Polônia, mas bombeiros não conseguiram chegar até ele.

Quando foi resgatado pela tripulação do navio Baltica, ele já havia flutuado cerca de 24 quilômetros em alto mar. Ele deverá receber o nome de "sortudo" em polonês.

O cachorro está agora se recuperando e, se a tripulação do navio polonês não conseguir localizar seus donos, irá tentar achar um novo lar para ele.

Assista ao vídeo:

Bom dia....

Hoje é sexta-feira....

Boa noite....


Sonhar é acordar-se para dentro. (Mário Quintana)

Reflexão...


Por vezes, quando se está furioso com alguém, sentar e pensar sobre o problema pode ajudar bastante!'

Enviada por Claudia Dantas

Adote um vira-lata...




Adote Por Amor

Eu vivo nas ruas e calçadas
Nas praças sem direção
Perigo a toda hora
Eu preciso de sua atenção

Adote um vira lata
Eu não quero mais viver assim
Adote um vira lata
Eu só quero te fazer feliz (2x)

Nos becos e nas praças
Me leve pra sua casa
Pra brincar e também ser feliz

Adote um vira lata
Eu não quero mais viver assim
Adote um vira lata
Eu só quero te fazer feliz

Adote um vira lata deixe de ser sem graça
Me dê o seu carinho que eu retribuo com Amor
Adote agora mesmo, deixe de preconceito
Pois amizade verdadeira não olha raça ou preço.
Fábio Correa

http://www.adoteumvira-lata.blogspot.com/

Bom Dia...


" Você não sabe que revelação foi para mim ter um cão, ver e sentir a matéria de que é feito um cão.....É a coisa mais doce que eu já vi, e cão é de uma paciência para com a natureza impotente dele e para com a natureza incompreensível dos outros...
E com os pequenos meios que ele tem, com uma burrice cheia de doçura, ele arranja um modo de compreender a gente de um modo direto... "Clarice Lispector

Enviado por Eduardo Torós

Boa Noite!!!

"Deus nos concede, a cada dia, uma página de vida nova no livro do tempo. Aquilo que colocarmos nela, corre por nossa conta." (Chico Xavier)

Cães voadores...

ELES VOAM SOBRE A ÁGUA PRA PEGAR OBJETOS JOGADOS PELOS SEUS DONOS

Olha lá que hilariante. Os cachorrinhos, concorrentes dessa disputa publicada pelo Daly Mail (www.dailymail.co.uk) voam pelo ar com a maior facilidade antes de pousar como pássaros na água. E nunca parar de abanar a cauda. Apresentando o salto em comprimento para cães, esse esporte que foi popular nos Estados Unidos por anos e agora está ganhando força na Grã-Bretanha. O evento envolve o dono do animal jogando um brinquedo ou bola de tênis sobre uma grande piscina de água. O cão corre até uma rampa de 30 pés e lança-se no ar, na esperança de apanhá-lo. Qualquer que seja o animal de estimação que saltar mais longe ganha o prêmio. O atual detentor do recorde britânico é Dash, um labrador muito interessante.


Um show de adestramento

O adestramento é fundamental para um perfeito entendimento na relação cão-homem. Muitos desistem do seu animalzinho porque não se preocupam com o seu ensinamento e educação. Vejam que espetáculo:


video

Bom dia!!!

Boa Noite!!!

Um cãozinho-ator no "Mágico de OZ"



O Mágico de Oz traz mágica e efeitos especiais para o teatro

Um homem de lata sem coração, um espantalho sem cérebro , um leão sem coragem, junte a eles, uma menina esperta e corajosa, um mágico e a bruxa Má. Essas personagens fazem parte de um dos maiores clássicos da literatura infantil: O Mágico de Oz ,que será encenado no teatro da UFPE nos dias 30 e 31 de janeiro, pela companhia carioca do diretor Gabriel Cortez.

Com uma produção primorosa, o espetáculo traz novidades para o palco, como o efeito especial que faz a bruxa má derreter. São 15 atores e bailarinos, 80 figurinos, cenário com imagens projetadas e músicas cantadas em português.

O musical conta a história de Dorothy , interpretada pela atriz Carla Diaz, e seu cãozinho Totó, (um cachorrinho de verdade) que são levados por um terrível ciclone até a Terra de Oz, uma terra mágica e distante, além do arco-íris.

Em Oz, Dorothy conhece o Espantalho, o Homem de Lata e o Leão. Eles ficam amigos e saem em busca do grande mágico de Oz para realizar seus desejos e ajudarem Dorothy a voltar para casa. No caminho, o grupo tenta escapar das maldades da Bruxa Má, que faz tudo para impedir a volta da menina para casa. A mensagem da história, aliás, é esta: não existe lugar melhor do que a nossa casa.

Serviço

Teatro UFPE

Dias 30 e 31 de janeiro

Hora: 16h00

Platéia R$ 60,00 inteira R$ 30,00 meia | Balcão R$ 50,00 inteira R$ 25 meia

Informações 3207-5757

Ingressos à venda no teatro e nas Lojas Owoko do Plaza Shopping e na galeria 616 em Boa Viagem

Enviado por Jaimar Chedid


A cadela mais velha do Brasil

Materia publicada pelo CORREIO BRAZILIENSE - SEGUNDA-FEIRA, 25 DE JANEIRO DE 2010

Cadela cocker spaniel surpreende por ter chegado aos 20 anos Até a veterinária fica surpresa com a idade tão avançada para o padrão dos cães. Segundo seu dono, que convive com ela durante todo esse tempo, o carinho é fundamental para que seu mascote viva tanto
Juliana Boechat

Na casa de Edmilton, Fifi é personagem cultuada com todas as honras

O amor incondicional entre o funcionário público Edmilton Vidal, 29 anos, e a cocker spaniel Fifi dura quase duas décadas. Quando a pequena cadela de pelo cor-de-caramelo entrou na vida do menino de 10 anos, nem mesmo Edmilton imaginava o quanto viria a durar a amizade. Sem ter certeza da data exata de nascimento de Fifi, ele batizou a nova amiga no dia do Natal. Em 25 de dezembro de 2009, a cadelinha completou 20 anos — tempo de vida raramente atingido por cães de porte médio. Como a idade dos cachorros representa sete vezes a do ser humano, Fifi possui pouco mais de 100 anos. Entre os itens da receita de longevidade da cocker, está o carinho do dono.

Fifi é o terceiro cachorro de Edmilton. Amante de bichos desde criança, ele presenciou o atropelamento de um dos seus cães e o roubo de outro. Superado o trauma, insistiu com o pai por um novo animal de estimação. Foi quando uma amiga da família ofereceu uma cocker spaniel já com 1 ano. A antiga dona morava em um apartamento, considerado pequeno para toda a energia da cadelinha. O quintal da QI 29 do Lago Sul, onde Edmilton morava, transformou-se no lar ideal para a pequena Fifi. Ele lembra com carinho o fim de semana em que o pai chegou em casa com a cadela. Foi amor à primeira vista.

Ao longo dos últimos anos, Edmilton dedicou tempo, carinho e dinheiro a Fifi. Ainda na infância, os dois se tornaram cúmplices: como o dono não gostava de estudar, deitava-se na rede da varanda com Fifi no colo. Quando o pai chegava em casa, a cadela latia de felicidade e, então, Ed acordava e fingia que havia estudado a tarde toda. O dono garante ainda que a cachorrinha tem um excelente poder de comunicação. “Um dia colocamos um portão para cercar a piscina. Quando estava com sede, ela latia para mim e corria para a piscina, pedindo para eu abrir o portãozinho. Depois que percebi, olhei o potinho de água dela e estava vazio. Ela entende as coisas”, contou.

Afeto e bom trato

Edmilton lista alguns fatores que tornaram Fifi uma cachorrinha saudável por tanto tempo: genética boa, alimentação diversificada e muito carinho. “Eu falo ‘eu te amo’ para ela todos os dias. Ela tem uma vontade de viver muito grande”, contou. Fifi come tudo do bom e do melhor: frutas, legumes e até filé mignon. O dono garante que ela nunca teve complicações de saúde e não passou por cirurgias de risco. “Quando tem churrasco em casa, damos a carne para ela também. Se faz bem para os homens, por que não faz bem para cachorro?”, questionou. Além disso, a cocker sempre usou e abusou do amplo espaço para brincadeiras. “O terreno é dela”, brincou Vivian Priscila Alves Mizuno, 28, a veterinária de Fifi e amiga de Edmilton.

A cadelinha criou três ninhadas ao longo da vida. Contrário à comercialização de animais, Edmilton doou todos os filhotes — nove, no total. Para adotar um bichinho, a família interessada tinha de conquistar, antes de qualquer um, Edmilton. Ele até pensou em ficar com um dos filhotes da segunda ninhada. Um dia, porém, todos os cinco recém-nascidos e Fifi caíram na piscina da casa do Lago Sul. A cocker teve dificuldades de sair da água e foi socorrida às pressas pelo caseiro. Os filhotes não tiveram a mesma sorte e morreram afogados. “A partir dali, decidi dedicar todo o meu carinho apenas à Fifi”, o dono. Em dias de calor, ele a deitava na escada da piscina para se refrescar. Mas, a partir do acidente, as piscinas passaram a ser cercadas.

O gosto de Edmilton pelo meio ambiente é herança do pai. Hoje, os dois dividem um terreno em um condomínio no Lago Sul rodeado de cerrado nativo. Fifi tem liberdade para fazer o que quiser. Mas sempre escolhe os mesmos lugares no terreno de 3 mil m²: embaixo das plantas do jardim, na garagem ou na pedra da escada da casa. Em dias frios, protege-se em um quarto vazio. Acostumado com a animação da cadela durante toda a vida, o dono se entristece ao perceber que Fifi não tem mais aquele pique de antigamente. “Estou ficando melancólico. Olho para a sessão de animais no supermercado e bate um aperto no peito. Estou tentando me preparar para a morte dela”, admitiu.

Sinais da idade

Há quatro anos, Fifi começou a desenvolver algumas doenças. Perdeu, aos poucos, a audição. E, logo em seguida, a visão. Hoje, ela prefere não se aventurar em lugares desconhecidos. Para tê-la por perto, Edmilton tem de conquistá-la com um ossinho ou com muitos assobios e palmas. Ainda assim, ela o acompanha em todo o quintal quando ele trabalha com a obra do terreno. Obediente, não fica muito tempo dentro de casa. “Nunca a adestrei assim. Acho que nos entendemos”, resumiu Edmilton.

A veterinária Vivian é amiga dos dois há 15 anos. “Eles convivem tanto que têm a personalidade parecida. Gostam tanto um do outro que ela vive no pé dele, mesmo quando a casa está cheia de visitas”, contou Vivian. Segundo ela, cachorros pequenos vivem mais de 15 anos. Mas, conforme aumenta o porte do animal, menor é a expectativa de vida. Entre as doenças mais comuns da velhice, Vivian cita o diabetes, o peso excessivo, a surdez e o câncer. Segundo ela, o câncer é o que mais mata, seguido do diabetes. “Fifi está saudável”, garante. Com o pelo curto, é possível ver apenas algumas verruguinhas na pele, consideradas normais por especialistas.


Fifi, com Edmilton: amizade entre dono e mascote ajuda a cadela a conviver com as muitas limitações que aparecem ao longo dos anos

O matemático Edmilton nunca economizou cuidados com Fifi. Solteiro, cuida dela como se fosse uma filha, mesmo deixando-a no quintal durante todo o dia. Dependendo da hora em que chega em casa, ela já está dormindo. Mas, quando sbate a saudade de Fifi, ele aproveita a noite para fazê-la dormir com afagos atrás da orelha. Edmilton acredita que terá outros cachorros depois que Fifi morrer. Mas ele não tem pressa. “Primeiro tenho que tentar superar a morte dela. Então, quem sabe uns dois, três anos depois, eu não pegue outro cachorro?”.

O mais velho do mundo

Segundo o Guinness — Livro dos recordes, o cão mais velho do mundo era uma dachshund chamada Chanel, de 21 anos. Ela morreu em setembro do ano passado. Os donos contam que a morte foi por causas naturais, no subúrbio de Port Jefferson Station, em Long Island, EUA. Chanel sofria de catarata, usou óculos especiais nos últimos anos e sempre estava vestida, porque era muito sensível ao frio. Denice Shaughnessy adotou Chanel com seis semanas de vida enquanto trabalhava no exército, em Newport News, no estado da Virgínia. Chanel morou nove anos na Alemanha. Ela gostava de roubar guloseimas da cozinha e escondê-las no sofá da sala e era fanática por chocolate, segundo sua dona.

Enviado por Danielle Romani

Uma nova familia para BART

Com alegria informo a adoção de Bart Colina pela família de João Alberto - Maria Salene e seus dois filhos, residentes no Alto Santa Isabel, Recife.

Bart é um jovem poodle resgatado das garras mortíferas do CVA, instituição anacrônica que utiliza a violência do Estado em grau máximo contra animais sadios abandonados. Como se sabe, os mesmos são executados no prazo de 3 dias, a partir da data de captura pela carrocinha! Bart não teve a sorte terrível e injusta dos seus companheiros. Foi salvo, e a partir desse fato lhe foi possível construir o destino que todos cães desejam: um lar onde possa receber e manifestar todo seu amor pelos humanos

Bart agora têm uma família, e segundo estou sabendo é feliz! Recentemente, viajou para o interior do Estado, acompanhando sua família, que estava de férias, e ele também!

Enviada por Simone Sales- Coordenadora do MPColina
3426.7949/9680.2111

Bom dia!!!


"Essa caminhada matinal acaba comigo...."

Boa Noite!!!

Cães visitam idosos


Os idosos do Retiro dos Artistas, do Rio de Janeiro, receberam neste sábado (23), a visita especial dos cães terapeutas do Projeto Patinhas do Bem. O encontro teve por objetivo, promover uma manhã de interação entre os cães e os idosos da instituição, realizando exercícios fisioterápicos com bolinhas, escovação de pêlos e de motricidade com arco.

O projeto, criado em 2008, proporciona um dia de alegria e descontração, buscando contribuir na recuperação da saúde de idosos, portadores de necessidades especiais e crianças que estão em tratamento contra o câncer.

O projeto conta atualmente com um staff de 30 cães de temperamento dócil, em perfeitas condições psicobiológicas, com vacinas e vermifugação em dia, além do apoio de voluntários veterinários, médicos, psicólogos e terapeutas ocupacionais. Durante as visitas, são realizadas várias atividades com o animal para trabalhar e estimular o raciocínio dos pacientes.


No ano passado o Patinhas do Bem realizou visitas no Instituto Brasileiro de Reeducação Motora (IBRM), Associação de Amigos da Infância com Câncer (Amicca), Casa Maternal Mello Mattos, Asilo Legião do Bem, Associação Beneficente São Martinho, Associação Recreio dos Anciãos, Camp para Terceira Idade, Clínica La Vivencia, Centro de Idosos Bem Viver, Solar da Gávea, Pousada Residencial para Idosas e Casa de Apoio à Criança com Câncer São Vicente de Paulo.

Enviado por House Clipping

Meu querido companheiro

O Diário de Pernambuco publicou no Suplemento Infantil deste domingo(24), uma matéria sobre a responsabilidade de criar um cãozinho, abrangendo, dessa forma, a população infantil.

Ter um cachorro parece um sonho para muitas crianças, que adoram brincar com animais de estimação, mas saiba que o bichinho exige cuidado e responsabilidade todos os dias

Raissa Nascimento // Especial para o Diario

Ter um cachorrinho é um sonho de muitas crianças que adoram brincar e se divertir com o animal. Porém, não é todo mundo que pode ter um em casa. É que um bicho de estimação, seja ele cachorro, gato ou papagaio, exige bastante cuidado e responsabilidade. Não é só brincar com ele e pronto. Tem o banho, as vacinas, alimentação e as idas ao veterinário. E nem pense que seus pais é que devem fazer isso; claro que eles dão uma ajudinha, mas essas tarefas também devem ser suas.

Maria Rita Marçal, de 5 anos, por exemplo, adora o cachorro de sua tia Andreza. Por causa disto, durante os dias de férias, ela vai sempre na casa da tia visitar o querido poodle Lucky. "Eu adoro brincar com ele e levá-lo para passear", conta.


Foto: Cecília de Sá Pereira/DP/D.A Press
Mesmo sabendo do amor da filha pelos animais, Patrícia Marçal, mãe da Maria Rita, ainda não deu de presente um cachorrinho para ela porque acredita que a menina não está preparada para o compromisso. "O animal precisa de carinho, mas também de cuidados e de tratamento médico. Eu não vou poder cuidar dele e sei que Maria Rita ainda não tem idade para assumir toda essa responsabilidade", revela Patrícia.

A veterinária Elaine Fonseca explica que os animais de estimação, tanto os cachorros como os gatos, precisam de cuidados especiais. "O ambiente deve estar limpo, a água e a comida trocadas e a carteira de vacinação em dia. Além disso, tem a consulta com o veterinário entre três e seis meses", comenta a doutora dos amiguinhos de estimação.

Para as irmãs Beatriz Maia dos Anjos, 12 anos, e Helena Maia dos Anjos, 7 anos, que convivem diariamente com a responsabilidade de cuidar da cadela Naná, da raça schnauzer em miniatura, foi difícil conseguir convercer os pais de ter um cachorrinho em casa. "Pedimos a eles durante muito tempo e só conseguimos porque prometemos que iríamos cuidar dele muito bem. Ganhamos Naná há cerca de três anos e todos os dias passeamos com ela, além de levá-la para o pet-shop uma vez por semana e para o veterinário no início do ano. Temos certeza que ela é muito cuidada e amada", comenta a mais velha.

Confira abaixo as raças de cães que, segundos os veterinários, mais combinam com a garotada:

Poodle: Estes cães são peludos e precisam ser tosados com certa regularidade. Eles são altamente sociáveis e hiperativos.
Beagle: Esta é a raça do cãozinho dos desenhos animados, como o famoso
Snoopy: Ele possui comportamento ativo e, às vezes, é um pouco barulhento.
Labrador: O animal possui porte grande, sendo forte e muito inteligente. Ele adora brincar com bolas.
Bassethoun: As características físicas deste cachorro são: ser comprido, ter orelhas grandes e arriadas e possuir patinhas curtas.
Daschound ou Teckel: Já este cão é baixinho e tem corpo alongado, parecendo uma salsicha. A raça é ativa e bem barulhenta.

Cuidados do dia a dia

Antes de escolher um bichinho como este, vale a pena pensar no trabalho que você terá com ele. Para facilitar, o Diarinho preparou uma lista com as principais tarefas que um animal doméstico exige:

troque com regularidade a água e a comida, osanimais gostam da alimentação fresca;

cuide da higiene do local onde o bicho fica;

leve ele para passear todos os dias;

no verão, o banho deve ser dado uma vez na semana; já no inverno, a cada 15 dias;

as vacinas devem estar sempre em dia;

a consulta com a veterinária deve ser feita regularmente, entre três e seis meses;

o carinho também é fundamental para o que o animal esteja sempre feliz e bem.

Bom dia!!!




O Segundo cão em casa.

Não há como prever como um cão vai reagir à chegada de seu novo parceiro canino. E esta imprevisibilidade costuma deixar muitos candidatos ao segundo cão bastante ansiosos Será que ele vai sofrer muito? Será que um dia irá me “perdoar”? Ele pode ficar doente? O medo sempre aparece: se o filhote é muito menor que o adulto, temos medo do adulto ferir gravemente o filhote; se o filhote é de raça de grande e o adulto pequeno, morremos de medo do filhote não perceber sua força, e machucar o adulto. Enfim...O que pode acontecer? O que é normal? O que pode ser considerado fora dos limites?

A primeira coisa a salientar aqui é que os cães nasceram para viver em grupos, sejam eles compostos de humanos, caninos, ou dos dois. Por isso mesmo na grande maioria das vezes todos se ajeitam. Porém esta fase de adaptação pode ocorrer de forma bem diferente do que imaginamos. E isso acontece por que esperamos que os cães tenham atitudes típicas dos humanos, e não dos caninos. Daí, muitas atitudes normais na linguagem canina nos parecem tremendamente agressivas.

Vamos analisar as coisas do ponto de vista deste cão que se vê tendo que dividir um território que até então era só dele. De repente há um filhote cheio de energia, que rouba a atenção de todos. O cão adulto deixa de ser mais um membro da matilha humana, e começa a fazer parte de uma matilha canina. E como tal, precisa impor limites ao filhote, para mostrar que eles são muito diferentes, que o filhote lhe deve respeito, e não pode esperar que este brinque com ele como os demais irmãos de ninhada.

briga.jpg (18301 bytes)Ora, na linguagem canina estas mensagens são transmitidas através de rosnados, latidos, e pressionando os dentes sobre o focinho do filhote. Muitas vezes também o adulto ignora o filhote. Tudo isso deve ser permitido e tolerado, por mais que nos pareça cruel. É importantíssimo que possamos permitir que o adulto estabeleça ordem entre eles. Só assim eles poderão formar de fato uma matilha, e viver harmonicamente.

Em situações normais, não acontecem agressões físicas, ficando tudo no nível da ameaça. Porém, obviamente ter cães de tamanhos muito distintos não é muito recomendável. Muitas vezes o cão grande pode machucar gravemente o cão pequeno, mesmo que a intenção original não seja essa. Ainda assim, se o cão pequeno for o mais velho, não se assunte se ele dominar o filhote, mesmo que este seja 10 vezes maior que ele. Não é o tamanho que define a liderança, é o temperamento.

Na maioria das vezes em que há maiores confusões, elas são causadas pela interferência humana. No ímpeto de proteger o “pobre filhotinho” os humanos acabam privilegiando o filhote, mimando-o, e brigando com o cão adulto por “ser tão cruel”. Com esta atitude só conseguimos passar a mensagem de que o líder não é o cão adulto, o que faz com que este se veja na obrigação de mostra-nos mais claramente de que o líder é ele. Como ele faz isso? Atacando o filhote, mostrando que ele é o mais forte.

Deixe que eles se entendam livremente. Gradualmente o filhote vai aprendendo como deve se comportar com o outro, e as coisa vão entrando no eixos. É assim que deve ser!

Como fazer as apresentações:

  • Se você puder, leve os dois cães a um “território neutro”. Desta forma o adulto não irá encarar o filhote como um intruso. O que facilitará bastante o contato entre eles.

  • Se a opção acima não for possível, uma boa alternativa é colocá-lo em cômodos separados por uma porta (fechada). Eles não poderão se ver, pois o contato visual muitas vezes pode ser muito ameaçador, porém eles poderão sentir o cheiro um do outro pelo vão embaixo da porta. O que para os caninos é um ótimo cartão de visitas. Não tenha pressa! Deixe que eles sintam o cheiro do outro tranqüilamente, sem apressá-los. Quando perceber que eles estão bastante relaxados, abra porta devagar para que haja um contato visual.

  • Para ajudar no entrosamento deles, pegue um pano velho e esfregue no corpo do filhote. Então coloque este pano debaixo do prato de comida do cão adulto. Assim o adulto irá associar o cheiro do outro a uma experiência muito prazerosa, e diretamente ligada a sua sobrevivência. O que também irá facilitar muito a aceitação do filhote.

Outras Dicas

  • Brinque muito com o cão adulto, principalmente quando o filhote estiver por perto. Mostre que o lugar dele no seu coração continua intacto. Saia freqüentemente para passear só com ele, para que ele possa ter algum tempo sozinho com você.

  • Lembre-se sempre de respeitar a hierarquia da matilha, e cumprimente SEMPRE o adulto primeiro. Da mesma forma ele deve ser alimentado em primeiro lugar.

  • Não trate nenhum dos dois como coitadinhos, fazendo concessões a eles. Não há nada de penoso nesta relação, e quanto mais claros forem os limitem que VOCÊ impuser a eles, mais rapidamente as coisas se ajeitarão entre todos.

  • As brincadeiras entre cães costumam ser bastante agressivas. Quase sempre elas envolvem lutas ou perseguições. É desta forme que o filhote desenvolve suas habilidades para tais atividades, e os cães costumam se distrair muito desta forma. Portanto, a menos que haja uma situação clara de agressão, nenhuma atitude deve ser tomada.
  • Se seu cão adulto nunca demonstrou qualquer distúrbio de comportamento, não há motivo para acreditar que começaria a demonstrar a partir desta mudança em sua vida. A chegada do novo cão não seria motivo para vir à tona um possível comportamento perverso enrustido. Se você conhece seu cão, e ele não tem características agressivas, tudo terminará muito bem.

O mais importante:

Não sofra cada vez que o adulto rosnar para o filhote. Ele está te ajudando a educa-lo!

Fonte: Dogtimes

Primeiros cuidados com o seu bebê.


Quando seu filhote chega em casa, é hora de providenciar os primeiros cuidados veterinários. Um deles é a vermifugação.

Leve seu cãozinho ao médico veterinário para que seja feito um exame de fezes e, assim, verificado se ele está parasitado por vermes e protozoários que fazem mal à saúde.

Mas por que não posso comprar logo um vermífugo na loja da esquina? Minha vizinha fez assim!

Os vermífugos de qualquer marca comercial, como o nome está dizendo, atuam contra vermes e não contra os protozoários que também fazem mal à saúde de seu cão. Estes também ainda podem ser transmitidos aos seres humanos. Por isso, a importância do exame parasitológico!

E não se esqueça que a vermifugação é um compromisso que você terá com seu cão enquanto ele conviver com você. Na fase adulta é importante que sejam feitas vermifugações pelo menos uma vez no ano ou a critério do seu médico veterinário.

Esse cuidado é necessário, pois seu cão pode se contaminar ao ir à rua, parques, jardins e praias. Para isto basta entrar em contato com fezes de animais contaminados ou com solo contaminado por outros parasitos.

Boa noite...

Mãe é mãe, sempre....

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Patas curtas..

Cientistas descobrem por que os cães 'salsicha' têm patas curtas


O cão da raça Dachshunds ou 'salsicha' como é mais conhecido (Crédito: AFP)

Cientistas americanos descobriram porque os cães da raça dachshunds, popularmente conhecido como "salsichas", têm as pernas curtas. Pelo menos outras 19 raças caninas também sofrem com a falta de proporção entre seu tronco e suas patas. As descobertas podem ajudar na compreensão do nanismo humano, de acordo com informações dos cientistas.

No estudo, foram analisadas amostras de DNA de 835 cães de 76 raças, inclusive 95 animais de pernas curtas, e descobriu-se que a mutação genética que impede as patas de crescerem ocorreu há milhares de anos. A pesquisa, publicada na revista Science, revelou que todas as raças de pernas curtas tinham uma cópia a mais de um gene de crescimento que produz a proteína FGF4, conhecida por estar envolvida nos casos de nanismo entre os seres humanos.

Esse gene extra é uma espécie de mutante, conhecido como retrogene, e não faz parte do código de DNA. O retrogene causa a superprodução da FGF4, que, por sua vez, altera o desenvolvimento dos ossos. Os cientistas acreditam que essa mutação genética ocorreu no início da evolução canina. Eric Green, diretor do National Human Genome Research Institute, responsável pelo estudo, garantiu que essa investigação mostra como a informação genética ajuda a entender o curso da evolução.

Essas descobertas recentes também podem ser importantes para o estudo do transtorno de crescimento, chamado hipocondroplasia, que mimetiza os processos de evolução de cães com membros desproporcionalmente pequenos. Apenas dois terços da hipocondroplasia são conhecidos por serem causados por mutações genéticas diferentes, mas a nova pesquisa sugere que os genes causadores de ambos os problemas são similares.

Fonte: Veja

Bom dia!!!




Os amigos abandonados

A Revista VEJA trás uma importante materia, na edição desta semana, sobre a irresponsabilidade dos donos de animais. Explica a "onda" das pessoas adotarem um cão cuja raça está na moda e depois percebem que não era bem isso que queriam de um cachorro, e depois o abandonam. A matéria cita raças como dálmata, collie, Pit bull e labrador.

No verão, quase dobra a quantidade de cães brasileiros que vão parar nos abrigos ou nas ruas porque seus donos não os querem mais

Nathália Butti

Assim como agosto é chamado o mês do cachorro louco, o verão é a estação do cachorro abandonado. Muita gente viaja, não tem onde deixar o bicho e prefere abrir mão dele. A Sociedade União Internacional Protetora dos Animais (Suipa), que abriga 8 000 cães e gatos no Rio de Janeiro, costuma acolher em média quarenta animais abandonados por dia – no verão, o número sobe para sessenta. Calcula-se que haja no planeta 250 milhões de cães domésticos, 32 milhões deles no Brasil – a segunda maior população canina do mundo, atrás apenas da dos Estados Unidos. Além das férias, entre os motivos mais frequentes que levam muitos donos de cachorros a abandoná-los estão a mudança da família para uma casa menor, a perturbação causada pelos latidos e o desconhecimento do trabalho que dá criar um animal.

Lançar mão de entidades como a Suipa é a opção de muita gente que deseja renunciar ao seu bichinho, mas existem outros recursos menos convencionais – para não dizer cruéis. É comum que os cães sejam simplesmente largados nas ruas e estradas. Há quem lance mão de um truque desonesto: levar o cachorro ao pet shop, para tomar banho, e não voltar para recolhê-lo. Cansados de receber calotes desse tipo, há três meses os proprietários do Pet Center Marginal, em São Paulo, passaram a exigir a apresentação de identidade dos clientes. Dessa forma, podem rastreá-los caso desapareçam. "As pessoas traziam o animal aqui para banho ou tosa e nunca mais vinham buscá-lo", conta Valéria Bento, gerente do estabelecimento.

Para o cão, o abandono por parte do dono é uma experiência devastadora, da qual ele dificilmente se recupera. Os cachorros, como seus ancestrais, os lobos, são programados pela evolução para seguir o líder da matilha. No caso dos cães de estimação, esse líder é o dono – sem ele, o animal fica desorientado e perde suas referências. Muitos recusam comida, entram em depressão e chegam a morrer de tristeza. "Quando o cão tem um líder e o perde, vive uma eterna busca para obtê-lo de volta", diz Hannelore Fuchs, veterinária e psicóloga de animais, de São Paulo. A única forma de reverter a carência e a aflição dos cães abandonados é encontrar-lhes um novo dono. Esse é o papel dos autodenominados protetores independentes, pessoas que, sem o apoio de instituições, recolhem cachorros das ruas, dão abrigo, alimento e vacina aos bichinhos e depois correm atrás de um novo lar para eles.

A atriz carioca Betty Gofman é uma das pessoas engajadas nessa causa. Três anos atrás, ela viu uma cadelinha em meio a uma poça de lama na estrada. Sentiu pena, mas passou reto. Quando decidiu voltar para resgatá-la, soube que havia sido atropelada. A experiência fez com que começasse a recolher animais abandonados nas ruas. "Tenho um acordo com meu marido de pegarmos, no máximo, dois cachorros ou gatos por vez. Nos últimos três anos, já consegui lar para mais de 100 animais e fico com eles o tempo que for preciso", conta Betty, que tem seis animais de estimação permanentes. O trabalho do biólogo Lito Fernandez, de São Paulo, tomou proporções ainda maiores. Depois de encher a casa de animais – já chegou a ter oitenta bichos juntos e a contratar pessoas para ajudá-lo na manutenção –, ele organizou o Projeto Natureza em Forma, que promove a adoção de animais abandonados. O projeto funciona há seis anos, conta com 25 voluntários e já conseguiu lar para 2.200 cães. Fernandez recolhe os animais no Centro de Controle de Zoonoses e os leva a feiras e eventos onde possa haver pessoas interessadas em adotá-los.

Um fator que colabora para elevar o número de cães abandonados é que, de tempos em tempos, torna-se moda possuir um animal de determinada raça. Desde que a collie Lassie fez sua estreia nas telas de cinema, em 1943, basta uma raça ganhar os holofotes para que a procura por seus espécimes aumente (veja o quadro abaixo). Passado o modismo, muitos donos não querem mais saber de exibir o animal, ou acham que ele dá muito trabalho. Há três anos, o empresário paulista Marcelo Januário leu o best-seller Marley & Eu, do americano John Grogan, em que os protagonistas são um labrador e seu dono, e se entusiasmou com a ideia de comprar um cão da mesma raça. Pagou 630 reais por um filhote de fêmea, mas, dois anos depois, precisou doar o animal. "Ela passava muito tempo sozinha, então comia desde sapatos até o controle remoto, destruiu o sofá e latia a noite toda. Eu a adorava, mas não tinha noção do trabalho que dava", explica Januário.

Para estimular a posse responsável de animais e diminuir o abandono de cães nas ruas e abrigos, há dois anos o governo suíço promulgou uma lei curiosa. Quem compra um cachorro, além de registrá-lo, precisa fazer um curso que envolve teoria (necessidades e desejos dos animais) e prática (situações que podem acontecer durante um passeio com o animal, por exemplo). Abandonar o melhor amigo do homem não é hábito só dos brasileiros.



Salsa show

video

Alimentação natural, saúde para o seu bichinho...


Alimentação natural e balanceada. Não é só uma preocupação humana, os animais também devem ser cuidados com alimentos desenvolvidos a partir de ingredientes naturais. A Total Alimentos acaba de lançar a linha Naturalis, com produtos 100% naturais, sem conservantes e com ingredientes únicos como peru, frutas cristalizadas, aveia, cereais integrais, óleos de abacate e alecrim. Vale a pena proporcionar um estilo de vida saudável para os nossos cães. Você acha produtos TOTAl em qualquer casa de rações.

Os animais e a espiritualidade...


Os animais tem alma? Existem animais no mundo espiritual?

Os animais possuem um princípio inteligente, diferente daquele que anima o homem. Mas não pensam, nem possuem o livre arbítrio, apenas instinto. Quando desencarnam, o princípio espiritual que o animou é reaproveitado em outro animal que vai nascer, quase que imediatamente, não existindo, portanto, animais no mundo espiritual, como comumente se lê em obras psicografadas.

Espíritos de animais, plantas e outras formas de vida, podem um dia chegar a condição de Espíritos humanos?

Tudo se encadeia na natureza e Deus não seria injusto impondo uma condição de inferioridade a determinadas formas espirituais. Os Espíritos superiores ensinam que a Criação se fundamenta em três princípios: Deus, Espírito e Matéria. A matéria é o meio onde o Espírito encontra condições para atingir a perfeição através das muitas encarnações. Todos os seres vivos são constituídos por um princípio espiritual que os animam.

Este princípio espiritual um dia será um ser inteligente, dotado de vida moral e destinado a atingir o estado de angelitude. Quanto à matéria propriamente dita, ela também está sujeita ao processo de evolução conforme nos ensina a ciência terrena. Basta ver a situação física do planeta hoje e compará-lo ao que era há milhões de anos atrás. Mas é preciso considerar que o elemento material é apenas o instrumento de progresso do Espírito. Não se pode confundir nenhum desses princípios que são absolutamente distintos.

Fonte: Grupo Espírita Bezerra de Menezes
Recomendamos o estudo das questões 592 e 610 de O Livro dos Espíritos.

Bom dia!!!!!




Boa Noite!!!


Vado tem novo LAR


Mais um cãozinho protegido do MPColina, o Vado , foi adotado pela atriz de teatro e cinema, C. Camarotti, residente em um sítio no entorno do Sítio Colina.

Vado é um elegante vira-lata de patas alongadas, resgatado das garras do CVA, e vive, hoje, em sua nova vida, rebatizado como Grande Otelo, num belo sítio com capela, piscina, dancing e muita área verde. Além dos mimos de C. Camarotti, ainda recepciona celebridades como Zeca Pagodinho e Milton Nascimento....

Pois é Vado, desculpe, Grande Otelo, quem te viu e quem te vê....O importante é ser feliz, e isto você está sendo, porque está encontrando amor e carinho.

Torcemos para que outros cãezinhos que ainda estão com a "mãezona" Simone Sales, tenham destinos como o Grande Otelo-Vado.

Enviado por Simone Sales

Sacrifício só em último caso

Matéria publicada ontem(17) pelo Jornal do Commercio-Recife

Aceitar a eutanásia do seu animalzinho é decisão difícil e polêmica. Alternativa deve ser tomada se o bem-estar do bichinho estiver comprometido pela idade ou doenças


Jacques Waller
-JC

Só de tocar no assunto, a estudante de medicina Marília Burégio, 22 anos, já fica emocionada. Há sete anos ela teve que concordar que o seu pastor alemão, que tinha desde criança, fosse sacrificado. O amigo querido tinha contraído cinomose e, como consequência, perdeu a visão. Como ela, outras pessoas encontram-se neste dilema: encerrar o sofrimento de um animal ferido ou prolongar a vida do companheiro, mesmo correndo o risco de estender seu sofrimento.

“Quando percebemos que ele estava doente, meu cachorro já estava bem debilitado”, conta Marília, que diz que tentou salvar o animal, mas que o risco que ele impunha aos seus parentes fez a família tomar a dolorosa decisão de sacrificá-lo. “Ele foi tratado e melhorou, mas ficou cego. Assim, passou a estranhar quem se aproximava. Mordia as pessoas. Acho que o sacrifício não foi o melhor para ele, que só perdeu a visão, mas foi melhor para a as pessoas que cuidavam dele”, lamenta.

A decisão é sempre polêmica. Tanto que o veterinário Anderson Ramos aconselha o sacrifício de animais de estimação apenas em casos extremamente graves, como câncer, idade muito avançada, falência múltipla de órgãos ou politraumatismos.

“O critério é a qualidade de vida do animal. Quando ele não tem mais qualidade de vida, mesmo que razoável, então, deve-se considerar a possibilidade da eutanásia. Um animal que não pode mais comer sozinho, ou não tem controle sobre seu corpo deve ser poupado da dor. Até porque, eles não têm noção do seu sofrimento”, alerta Ramos. O veterinário esclarece também que apenas um especialista pode decidir sobre o sacrifício, mesmo que os donos sugiram a eutanásia.

Mas há quem acredite na recuperação do seu bichinho e, mesmo arriscando aumentar seu sofrimento, invista na busca por uma cura. Foi o caso da veterinária Mychelle Alves, cujo cachorro da raça miniatura pinscher foi atacado por um cão da raça pit bull. “Aconteceu há quatro anos. Ele importunou o pit bull, que o mordeu. Não teve a intenção de matar, mas como a diferença de tamanho é grande, a mordida machucou muito”, diz.

Mychelle lembra que ele teve a caixa torácica dilacerada, expondo o coração e os pulmões do cãozinho. “Era noite e estávamos no Cabo de Santo Agostinho. O primeiro veterinário que procuramos lá recomendou o sacrifício. Mas eu me recusei, então dirigi até o Recife e, às 3h da manhã, ele foi operado. Está vivo, bem e sem sequelas”, comemora.

Esta não é a primeira vez que ela tem que decidir entre a vida e a morte de um bichinho. “Meu primeiro cachorro teve cinomose, mas não sacrificamos. Tratamos dele até que, um ano depois de diagnosticado, ele morreu. E tive outro que teve cirrose e ainda viveu três anos. É muito triste ter que sacrificar um animal de estimação. Eles são parte da família mesmo”, diz.

Anderson diz que criadores que se recusarem a sacrificar seus bichos devem observar de perto se o animal está se sentindo bem. “De novo, a qualidade de vida deve ser observada. Nesses casos, o limite quem dá é o dono. Deve-se imaginar que é como um paciente humano em coma, sustentado por aparelhos, dependente daqueles que querem esperar por uma melhora ou encerrar o sofrimento”, compara o veterinário.J

Você é um dono responsável?


O que define um dono responsável? Quais as qualidades necessárias para ser considerado "responsável"?

Abaixo, dez características que tornam a pessoa um dono responsável:

1. Oferece alimento e petiscos de boa qualidade. Uma boa dieta é parte importante da boa saúde.

2. Vacina seu animal. Animais que recebem todas as vacinas recomendadas têm menores chances de desenvolver doenças virais. Donos responsáveis vacinam seus cães.

3. Seu animal é castrado. Animais castrados fogem menos e são menos agressivos contra outros animais.

4. Seu animal usa coleira com identificação e/ou microchip. Manter a identificação é importante caso seu animal se perca ou fuja. É muito importante se seu animal sofrer um acidente e um veterinário tentar lhe localizar.

5. O quintal e a casa são seguros para o animal, livre de elementos tóxicos.

6. Oferece sempre água limpa e fresca, que também é essencial para a boa saúde. (o ideal é trocar a água três vezes ao dia e lavar, com água e sabão, seu pote de água e comida diariamente).

7. Mantém seu animal na guia. Cães que vagam por aí livremente correm mais risco de sofrer acidentes, seja atropelamento, brigas com outros cães, maus-tratos e morte. Mantenha seu cão na guia e a salvo!

8. Previna-se! Manter seu animal desverminado e livre de parasitas externos é uma característica do dono responsável.

9. Planeje. Donos responsáveis pensam no futuro e, assim, são capazes de oferecer cuidados médicos se seu animal tiver problemas. Seja guardando dinheiro para gastos eventuais com veterinário ou tendo um plano de saúde para o amigo peludo. Assim, pode-se dar cuidados médicos de qualidade em caso de emergência ou doença.

10. Dá amor e atenção diários. Bons donos dão aos seus animais amor e atenção diários e observam seu comportamento, atitude e apetite, que podem indicar problema caso haja alguma alteração.

E você? É um dono responsável?

fonte: Canto dos Bichos

Que onda.....

Cão surfista é realmente uma onda....


Nos EUA esta prática é até comum, lá tem até campeonato que dá prêmios para os que conseguem ficar mais tempo na onda e realizar truques.
O Surf Dog Surf-a-Thon é realizado em Del Mar, sul da Califórnia, na Dog Beach, praia liberada para cães.

Os donos também participam ativamente, pois eles fazem o cão subir na respectiva prancha para descer a onda.

O responsável pela organização do evento é John Van Zante, relações-publicas da ONG protetora de animais Helen Woodward Animal Center.

Leve seu animal ao dentista regularmente


Assim como nós, nossos animais também precisam de cuidados odontológicos sempre.

Até por não terem hábitos de higiene oral no dia-a-dia, eles correm mais riscos de desenvolver problemas dentários, que às vezes podem se tornar sérios, como no caso da doença periodontal, onde bactérias podem viajar da "boca" para outros órgãos, através da corrente sanguínea, causando graves lesões, muitas vezes fatais.
Mas para deixar de lado esse assunto pesado, saiba que tudo isso é facilmente evitado. Bastam alguns gestos de carinho.

Um deles é olhar e procurar na boca de seu "bichinho"

Alguns destes sinais:

- Mau hálito;
- Exposição da raiz devido a retração da gengiva;
- Gengivas avermelhadas e que sangrem com facilidade;
- Presença de dentes de leite;
- Cálculos (tártaro) e/ou placas amareladas aderidas ao dente
- Perda de apetite e/ou dificuldade na apreensão ou mastigação
- Falta de dentes dos alimentos e/ou amolecimento dos mesmos;
- Vômitos freqüentes.

Se nenhum destes sintomas for localizado, ótimo. Mas é sempre bom tomar medidas preventivas para que os problemas nunca apareçam.
Já nos casos em que seu animal apresente um ou mais sinais, um plano de tratamento deve ser instituído para evitar a sua evolução.

Fonte: Conteudo Animal

Os cães e as crianças

Um começo saudável: O poder dos bichos na infância


Nossa afinidade com os animais é inata, mas nossa cultura também programa essa relação. Desde o momento em que a criança tem idade suficiente para acompanhar uma história, os protagonistas de seus livros são quase sempre animais. A criança também vê os animais como heróis na televisão, nos desenhos animados e vídeo games, nos brinquedos, no cinema. Crianças de três a seis anos relatam que os animais aparecem em 61 por cento de seus sonhos, uma porcentagem que cai de forma drástica à medida que crescem. Aos nove anos, a proporção é de 36 por cento; aos 14 anos, cai para 20 por cento, finalmente se estabilizando em sete por cento. Entre as primeiras palavras 50 palavras que uma criança usa, sete são nomes de animais.

Na verdade os termos “cachorro” e “gato” figuram no mesmo nível de “papai” e “mamãe” no vocabulário inicial da criança. Em muitos casos, são mais memoráveis do que “suco”, “leite” e “bola”. Os animais dominam o pensamento consciente e inconsciente de uma criança.Atração NaturalOs pesquisadores Aline e Robert Kidd observaram crianças de seis meses a dois anos e meio de idade interagindo com um cachorro ou um gato acionado por pilha e também interagindo com seus próprios cachorros e gatos. Os Kidds constataram que as crianças emitiam mais ruídos, seguravam mais e seguiam mais os animais vivos que os brinquedos.

Quando os pesquisadores observaram bebês de nove meses e suas mães numa sala, primeiro com uma mulher desconhecida, depois com um coelho pequeno, e mais tarde com uma tartaruga de madeira animada, descobriram que as crianças preferiam, disparado, o coelho. Na verdade, preferiam o coelho às próprias mães, engatinhando pela sala em seu encalço, tentando pegá-lo. A atração natural pela interação com os animais também surte efeitos positivos no desenvolvimento mental das crianças.
Robert Poresky, professor de Desenvolvimento Humano e Estudos de Família da Universidade Estadual do Kansas, entrevistou 88 crianças em idade escolar e suas famílias, de cinco creches do Meio Oeste dos Estados Unidos, querendo determinar até que ponto os bichos de estimação influenciavam o desenvolvimento infantil. Descobriu que as crianças de famílias que possuíam animais tinham um nível superior de desenvolvimento cognitivo, social e motor.

Fonte: adaptado de: “O Poder Curativo dos Bichos”, Dr. Marty Becker, editora Bertrand Brasil

Bom dia!!

Quando sentires que és um com Deus, sentirás que és um com todas as coisas." (Pensamento Hindu)


Boa noite....


"Sonho com o dia em que a justiça correrá como água e a retidão como um caudaloso rio". (Martin Luther King)

Lição de vida...

Parabéns, Hanna!

Aos 3 meses, aprendendo a uivar...
Hoje é o aniversario da minha princesa Hanna. 3 aninhos de muitos uivos e alegria na minha casa. Não canso de reafirmar que minha vida é outra depois dela, em todos os aspectos, o principal dele: reacender o meu amor pelos animais e a responsabilidade em lutar por eles e ser sua VOZ, enquanto puder.

PARABÉNS MINHA LINDA MENINA!!!!


Aos 3 anos, poderosa....


Hanna
Nascimento: 14/01/07
Signo: Capricórnio

São os cães orgulhosos, adoram espaços grandes e sabem como rastrear pessoas e coisas. Têm a personalidade muito apurada, chegando ao ponto de se sentirem donos do espaço, são refinados e sabem exatamente o que é certo e o que é errado.

Boa Noite!!!


ORAÇÃO ANIMAL

Pai Nosso que estais no céu, sempre ampare o meu mestre amado

Para que a sua presença seja sempre o meu refúgio quando sentir medo e solidão.
Que a Tua luz, Senhor, seja a força para acalmar seu coração,

Não zangando-se comigo, na minha grande empolgação, quando o vejo retornar.
Não permitas que o alimento que sempre me serve, o carinho e o amor que me faz sentir tão feliz
Venha, por algum motivo, se esquecer de mim.
Perdoe às vezes as suas impaciências,

Assim como eu o perdôo, lambendo-lhe as mãos.
E fazes, Senhor, que a voz do meu mestre seja sempre um hino de acalento,

Me fazendo descansar profundo, quando deitado aos seus pés.
E se a idade avançada retirar dos meus olhos a luz do dia ou os meus membros ficarem difíceis nas caminhadas,

Não deixes que meu mestre querido me desampare.
Dai a ele a paciência e o carinho que sempre me foram dedicados

Para que eu possa levar no meu sono eterno os agradecimentos
E as saudades da grande felicidade de ser junto com ele tão feliz.

Atenção......



Cuidado para não passar a ferro....


Enviado por Eduardo Torós

Final Feliz....


Que boa notícia: mais um cãozinho do MpColina, o GINO , encontrou um lar feliz e foi adotado pela família de Francisco D., residente em sitio no bairro de Águas Compridas, Olinda.

Gino Colina é um jovem mestiço de pastor alemão levado ao sítio do MPColina por dois adolescentes da favela do Cuscuz, instalada abaixo da colina. Segundo a sua coordenadora, Simone Sales, o tipo de tratamento dispensado aos cães por uma parte dos habitantes, é em geral, o de tortura seguido de morte.Este risco a fez aceitar, de imediato, o ingresso de Gino!

Mas Gino não demorou muito por lá. Em visita ao sítio, o Sr. Francisco encantou-se com o animal, adotando-o. Gino, agora tem um lar e uma família que lhe quer bem. As noticias são boas! Está bem de saúde, é alegre, amoroso e dá conta da segurança do sítio.

Você também pode encontrar o seu amigão por lá. Conheça o trabalho desta Instituição e veja as fotos dos cães disponibilizados para adoção no site www.mpcolina.com.

Bom dia!!!

super imagens e gifs

Boa Noite!!!




Menor cão do mundo


Foto: Reprodução/The Sun

Com 10 cm de comprimento, dono da cadela 'Lulu' diz que ela tem 'grande personalidade'.

Uma cadelinha chihuahua de 9 meses e com apenas 10 cm, pode ser o menor cão do mundo, segundo reportagem do jornal britânico 'The Sun'. Segundo o dono de 'Lulu', Jean Tindall, de 76 anos, a cachorra tem 'grande personalidade'. Quando a cadela nasceu, o inglês de Bradford não notou nenhuma diferença com relação aos outros cães da ninhada. 'Ela parecia do mesmo tamanho que os outros. Mas eles cresceram rápido e vi que eram maiores do que ela',contou. (Foto: Reprodução/The Sun)


 
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