MPcolina lança campanha com "ecobags" e adesivos.

O Movimento MPcolina, que abriga animais em situação de risco, lançou a Campanha DIREITO À VIDA E POLÍTICAS PÚBLICAS,com três modelos de adesivos veiculares e esta linda ecobag , confeccionada com  matérias primas recicláveis,  que reduz o impacto ambiental e contribui para a preservação dos recursos naturais e do meio-ambiente.


Além da questão ambiental, a Campanha esclarece o Direito Fundamental dos Animais à VIDA e os seus DIREITOS SOCIAIS como USUÁRIOS de POLÍTICAS PÚBLICAS, para sensibilizar a sociedade pela necessidade do cumprimento da LEI 14.139 /2010-PE, de autoria do Dep. André Campos , que acabou com a eutanásia de animais sadios em PE e estabelece medidas sanitárias e de proteção à população de cães e gatos do nosso Estado.

A renda adquirida com a venda desses produtos contribuirá para assegurar o bem-estar dos 150 cães e 5 eqüinos albergados, hoje,  no sítio do MPColina.

O preço do adesivo é R$ 4,00 e a ecobag, R$15,00. Aos que se interessam em adquiri-la ou queiram ajudar ao "Movimento" sob a forma de consignação na venda desse produto , devem contatar com o mpcolina21@terra.com.br


Os produtos serão entregues na portaria do Ed. Forte do Brum, Rua do Espinheiro 781, Espinheiro (esquina da rua espinheiro c/rua 48 e defronte a lateral da padaria do espinheiro).
Simone Sales- MPColina
3426.7949/9680.2111

Vamos esvaziar os rodeios!!!!!!!!!

A festa de Barretos que ninguém vê!!!

Ajude a divulgar. Isso precisa ter um fim. Chega de monstruosidades com platéia aplaudindo. É um absurdo.

EM BREVE, AS TOURADAS SERÃO EXTINTAS NA ESPANHA. ISSO É FATO!!!

VAMOS LUTAR PELO FIM DOS RODEIOS E OUTROS ESPORTES DO MAU,  NO BRASIL

A Fábula do Porco-espinho .

Durante a era glacial , muitos animais morriam por causa do frio .

Os porcos-espinhos , percebendo a situação , resolveram se juntar em grupos , assim se agasalhavam e se protegiam mutuamente , mas os espinhos de cada um feriam os companheiros mais próximos , justamente os que ofereciam mais calor .

Por isso decidiram se afastar uns dos outros e começaram de novo a morrer congelados .

Então precisaram fazer uma escolha : ou desapareciam da Terra ou aceitavam os espinhos dos companheiros . Com sabedoria , decidiram voltar a ficar juntos .

Aprenderam assim a conviver com as pequenas feridas que a relação com uma pessoa muito próxima podia causar , já que o mais importante era o calor do outro . E assim sobreviveram



Moral da História:

O melhor relacionamento não é aquele que une pessoas perfeitas , mas aquele onde cada um aprende a conviver com os defeitos do outro  e admirar suas qualidades .




Lindos gatinhos para adoção.

Estes lindos gatinhos estão disponíveis para adoção. Os mesmos estão com  2 meses de vida. São 3 machos e 1 fêmea e se encontram com a protetora Katia. Os interessados poderão entrar em contato com Sarah através do e-mail
Providenciaremos as castrações.

Cadelinhas para adoção.

Estas duas linhas filhotinhas, Kiara e Kathita,  vão ser doadas. Na última segunda-feira foi feita a cirurgia de castração na mãe delas e elas serão operadas em janeiro, quando estiverem com 4 meses.

Contato: Maria das Neves Silva
Fones: (81) 3326-0581 / 3066-0081

Matilde precisa de um novo lar.

Esta cadelinha, de nome Matilde,  tinha uma familia linda que a amava e protegia. Até um ano atrás, quando sua tutora faleceu e ela ficou sozinha  na casa que ela morava em Olinda.Hoje ela está sozinha no quintal e só vê alguém quando a empregada da casa de um parente vai lá colocar ração e água.

O filho da tutora  mora em São Paulo num apartamento pequeno e não tem condições de levá-la. Ele a recolheu na rua, pequenininha, em 2001, então ela deve ter uns 9 anos. Matilde é super ativa, brincalhona e vigilante. É de porte médio, acho que um pouco menor que um dobermann.


Agora ela precisa de um novo e amoroso lar em que possa esquecer estes momentos tão dolorosos de solidão.
Contato: Rafael Fernandes
rafaelfe@gmail.com
(11) 9332 0233

Vamos ganhar mais esta batalha?

Esta semana obtivemos uma importante vitoria na AL do Paraná com a manutenção da proibição de animais em circo. Agora temos outra importante batalha pela frente : Segunda-feira ( 06 ) será  votado projeto de lei que  PROIBE SACRIFÍCIOS DE ANIMAIS a título de oferendas religiosas em Piracicaba-SP. VAMOS REFORÇAR OS PEDIDOS DE SUA APROVAÇÃO? Embora se trate de uma lei de caráter municipal, é um precedente histórico no Brasil. Veja como fazer isso bem rápido!

Portal de acesso da Cãmara dos Vereadores de Piracicaba:
http://www.camarapiracicaba.sp.gov.br/

No final da pagina clique no link e-mails e depois escolha a opção TODOS ( que irá para todos de uma só vez)

Modelo de texto:

Prezado Vereador,

Pela presente mensagem solicito-lhe que vote favoravelmente à aprovação do projeto de lei municipal 202/2010. Esta votação estará sendo acompanhada de perto e sua posição em relação a este assunto será conferida e divulgada.
Como representantes da sociedade que os elegeu, solicitamos que pondere sobre o compromisso então assumido e faça valer aquilo pelo que a sociedade local e nacional clama: a ampliação dos direitos e salvaguardas legais para os animais.
Hoje, a questão dos direitos dos animais assumiu proporões nacionais. Como membro de um grupo de proteção animal com mais de 14.000 membros, o Cadeia Para Quem Maltrata os Animais, estaremos divulgando e dando notícia à sociedade de sua participação na produção dos resultados da votação.

Por favor, considere os animais, os anseios da população e o seu próprio futuro político antes de votar.

Atenciosamente,

seu nome- cidade- Estado

Artigo: Neste Natal não coma o Presepio.

Abolição do Especismo - Nazareth Agra


Não é um bom ponto de partida julgar que quem come carne, veste lã e vai ao zoológico são pessoas más. Que têm intenção de afrontar a ética. Percorro a lista de pessoas que conheço, com quem convivo, familiares, colegas de trabalho, meus adoráveis vizinhos no pequeno reduto do Centro Histórico de Porto Alegre onde moro há uns dois anos. Desta lista, seleciono aqueles a quem mais admiro, os que mais presenteiam seu entorno com atos generosos, aqueles que vejo distribuindo delicadezas, opiniões sensatas, que têm uma forma de ser e de viver que agrega, que contribui, que se cerca de alegria e de leveza. Pessoas inteligentes, bem humoradas, espirituosas, capazes de citar bons autores no momento certo, que têm uma palavra de conforto na ponta da língua. Sensíveis a campanhas solidárias, dispostas a oferecer horas de trabalho, fruto de ganhos para anonimamente minorar o sofrimento de alguém que nem conhecem. Não estão preocupadas em inscrever seu nome na história de nenhum movimento, mas aceitam de bom grado transferir seu dízimo a quem mais precisa.

Revejo a lista e percebo que não são vegetarianas. Já receberam a mensagem do veganismo na sua perfeita acepção, uma opção de vida factível que afeta o mínimo possível as vidas animais. Estas pessoas não perguntam pela alface, não duvidam de que me faltem proteínas e ferro, não falam em evolução humana pós-caça, não evocam a tradição, não recorrem à cadeia alimentar, sequer duvidam de que animais deveriam ser sujeitos de direitos.

Noto, também, que tais pessoas, a quem admiro (mais do que a muitos veganos desta cidade), têm extrema dificuldade de mudar hábitos que lhes fazem mal, direta ou indiretamente. Algumas são sedentárias, fumam, abusam de alimentação gordurosa, são imprudentes no trânsito, não fazem exames de saúde periódicos e, como eu, fogem do dentista até o limite da dor.

Alguma coisa simplesmente não funciona. É como se houvesse falha em um neurotransmissor e uma ligação deixasse de acontecer. Há um fosso entre duas regiões: numa delas, a disposição para a bondade e para o reconhecimento de direitos e, na outra margem, os animais clamando por esta bondade e por esses direitos.

O fosso, talvez, se dê por esta dificuldade de mudar, até naquilo que nos beneficia pessoalmente.
- Domingo é dia de Páscoa, vou matar o carneiro. A frase foi ouvida por Domingos Pellegrini, que no conto memorialista Ovo de Páscoa, é um menino a rememorar a casa dos avós, onde travara amizade com o carneiro e via chegarem ao fim as ilusões infantis: o coelho de páscoa não existia e o carneiro precisaria deixar de existir. Nós diríamos que o carneiro poderia continuar vivo, mas a estrutura do conto se dá no sentido de demonstrar como, apesar do sentimento provocado pela morte do carneiro em todos os personagens, menos no Nono, o guardião da cultura, não existiria hipótese possível que não a morte do carneiro, companheiro de pátio das crianças e da Nona. O conto demonstra a força da cultura forjando o homem no menino, deixando pouca margem para que, apesar de todo o sentimento de solidariedade ao carneiro, alguma coisa mudasse.

Na tentativa de levar a mensagem dos direitos animais e do veganismo, diferentes estratégias vêm sendo utilizadas no nosso país, conforme os diferentes entendimentos dos grupos organizados. Há quem defenda o confronto com o inimigo, grupo que inclui as pessoas a quem me referi antes e, além delas, a indústria de exploração animal e seus lucros. Há quem aposte no exemplo e no diálogo, na racionalidade opondo-se à tradição.

De muitos modos, em Porto Alegre, marcamos com manifestações datas especiais como o Dia Internacional dos Direitos Animais, campanha em Páscoa, em dia de finados (em frente a uma famosa churrascaria, choramos os animais que encontrariam seu túmulo no estômago dos freqüentadores), seminários, grupos de estudos, exibição de vídeos em espaços abertos e fechados, passeios ciclísticos. Publicamos artigos em jornais de maior circulação no Rio Grande do Sul, fizemos debates em Universidades. Não temos como medir o efeito de tais ações, só contamos com nossos desejos ou intuições.

Nos últimos finais de ano, cobrimos alguns pontos da cidade com cartazes apelativos: Neste Natal, Não Coma o Presépio… e nem nos outros dias: torne-se vegetariano. O slogan, Neste Natal Não Coma O Presépio, foi sugerido por uma dessas amigas, que tem irmão e cunhado veganos, mas não abre mão de sua dieta tipicamente sulista.

Num certo sentido, a campanha deu bons resultados ao divulgar a contradição entre o espírito de bondade natalino e o martírio provocado aos animais na celebração da data. Passados meses do Natal, ainda chegavam a nós comentários da campanha. Entre sensibilizar-se e mudar vai uma longa distância que só os muito otimistas percebem pequena ou média.

Qualquer manual de comunicação diz que existe o emissor, o receptor e a mensagem. Identificar onde está a falha, se no emissor, no receptor ou na mensagem, exige algumas condições que nem sempre aparecem claramente ao movimento de defesa animal: mais autocrítica, menos autopropaganda e mais visão estratégica exógena. Se, porém, a humildade não perpassa os três pontos, corre-se o risco de não perceber o real, e sua força reproduzida em cultura, sem os perturbadores filtros da vaidade.


Foto:  Concerto de Natal - Presépio Vivo
Secretaria de Estado de Cultura do RJ

Fotógrafo: Caru Ribeiro

A FORÇA de um movimento.

VITÓRIA! PARANÁ MANTÉM PROIBIÇÃO AO USO DE ANIMAIS POR CIRCOS

A Assembleia Legislativa do Paraná derrubou o veto do Governador ao PL que proíbe a utilização de animais em circos. O veto foi derrubado pela unanimidade dos 44 deputados estaduais presentes. Os deputados salientaram a organização do Movimento de Defesa dos Animais no país, em virtude da quantidade de mensagens que novamente receberam pedindo apoio ao projeto.

Estiveram presentes à votação representantes da Associação Ambientalista Ecoforça, Movimento SOS Bicho de Proteção Animal, Sociedade Protetora dos Animais de Curitiba, Pense Bicho, Organização Viralatas de Controle e Proteção Animal, além de diversos protetores independentes.

Parabéns às organizações e a todos os ativistas e simpatizantes da causa que se manifestaram e contribuíram para mais uma vitória dos animais!

Animais....

Para começar o dia, abençoado com estas lindas imagens:

 
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